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Publicado em: 18/05/2016

35 agricultores familiares catarinenses são contemplados com biodigestores

Até o momento estão concluídas 30 unidades e cinco estão em fase de conclusão. São 20 biodigestores em Anitápolis, um em Santa Rosa de Lima, dois em Armazém e 12 em São Martinho.

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    Há cinco meses, Albertina e Pedro de Moraes da comunidade de Lajeado Bom Jesus em São Martinho possuem em sua propriedade um biodigestor. Eles comentam que isso gerou economia no gás, pois gastavam em média um botijão por mês que na época custava R$ 52,00. Além disso, eles fazem o aproveitamento do biofertilizante, resultante também do biodigestor, na lavoura de milho e na horta, melhorando a qualidade dos produtos. A família é uma das 35 contempladas em Santa Catarina, através do  “Projeto Biodigestor: Uma Tecnologia Social no Programa Nacional de Habitação Rural – PNHR”. O mesmo está sendo realizado em uma parceria da Cresol Central com a Caixa Econômica Federal e a ONG Diaconia.
    Até o momento estão concluídas 30 unidades e cinco estão em fase de conclusão. São 20 biodigestores em Anitápolis, um em Santa Rosa de Lima, dois em Armazém e 12 em São Martinho. Essas famílias foram escolhidas entre os beneficiários do PNHR executado pela Cresol Central, sendo que o projeto prevê recursos para a mão de obra, materiais e assistência técnica através do Fundo Socioambiental Caixa.
    Cada unidade tem capacidade de produção média mensal de 60 metros cúbicos de gás que equivale a aproximadamente dois botijões. O biogás pode ser utilizado em substituição ao gás butano proporcionando economia a unidade familiar, além de preservar o meio ambiente. Afinal com o biodigestor as famílias não precisam retirar lenha da mata para cozinhar e o gás metano liberado pelo esterco animal não é lançado na atmosfera. Além de ser usado para cozinhar, o biogás também pode ser usado para outras finalidades como limpar equipamentos para ordenha e aquecer ambientes, gerando uma economia considerável na conta de energia. Mas além do biogás, os agricultores ainda retiram o biofertilizante, um adubo natural que aumenta a fertilidade do solo e a saúde das plantações.
    O projeto iniciou em 2014 e além das 35 unidades em Santa Catarina, há mais 330 distribuídas entre Pernambuco, Bahia, Minas Gerais, Goiás e Rio Grande do Sul. Desde 2005 a Diaconia vem disseminando essa tecnologia no Brasil e em Santa Catarina tem parceria com a Cooperativa de Crédito Rural com Interação Solidária (Cresol SC/RS) para executar o Projeto.

Assessoria de Imprensa da Cresol Central SC/RS