Financiamentos para micro e pequenas empresas: tudo o que você precisa saber!


Financiamentos para micro e pequenas empresas: tudo o que você precisa saber!

Os financiamentos para micro e pequenas empresas são uma boa alternativa para muitos empreendedores estarem mais atentos às tendências do mercado. Afinal, é importante buscar a melhoria contínua para conquistar um maior número de clientes.

Apesar disso, é necessário ter muito planejamento para pegar um empréstimo. Se uma empresa não tiver condições de quitar as parcelas, é sério o risco do negócio não ser mais viável, fazendo com que o empresário seja obrigado a fechar as portas.

Pensando nisso, elaboramos este post para os que desejam utilizar os recursos de uma cooperativa de crédito para melhorar a infraestrutura, ter capital de giro e aperfeiçoar a produtividade. Serão repassadas informações sobre o papel dos financiamentos, o funcionamento das taxas de juros e as modalidades de concessão de crédito.

Também serão destacadas as principais características das cooperativas de crédito e por que elas são fundamentais para os empresários com menos recursos financeiros. Continue a leitura e fique por dentro de informações importantes para você fazer o empréstimo ideal para o seu negócio!

Qual é a importância dos financiamentos para as micro e pequenas empresas?

A disputa pelos consumidores se mostra cada vez mais intensa entre as empresas, independentemente do porte delas. Não é fácil para uma organização alcançar uma posição de destaque no mercado.

Um dos fatores que impede algumas companhias de conquistar o sucesso é a falta de recursos financeiros. É vital investir em tecnologia e em pessoas para apresentar serviços e produtos que cativem os clientes e os façam ser leais à sua marca.

Contudo, são poucos os empreendedores que possuem capital para abrir ou ampliar o próprio negócio. Na conjuntura atual, o financiamento se tornou valioso para diversas companhias terem mais possibilidades de serem competitivas e atraentes para seu público-alvo.

Não adianta somente ter um bom planejamento e profissionais qualificados para colocá-lo em prática. É crucial que uma empresa tenha recursos financeiros para implantar novas ações que a tornem mais eficiente e rentável.

Imagine uma loja que pretende vender calçados de uma marca reconhecida no mercado e que não é devidamente explorada pela concorrência da região. Inegavelmente, é uma ideia que pode contribuir para conquistar mais consumidores.

No entanto, o empresário precisa de recursos para manter o estoque dos sapatos mais desejados pelos clientes e está com dificuldades de fazer isso como gostaria. Nesse caso, uma opção para resolver o problema é o financiamento bancário.

Quanto mais dinheiro o empreendedor tiver à disposição, mais facilidade de obter descontos nos produtos a serem destinados ao público-alvo ele terá, visto que contará com condições de negociar com os fornecedores um maior número de itens — o que facilita a redução de custos das mercadorias.

Se uma empresa de pequeno porte oferece produtos com preços abaixo da concorrência, estará dando um passo enorme para cativar os clientes e consolidar uma imagem positiva no mercado.

Um empreendedor inteligente deve considerar o financiamento como uma modalidade viável de investimento em vez de julgá-lo como uma despesa. Essa mentalidade contribui para o uso dos recursos disponíveis de maneira mais prática e racional.

Como fazer um financiamento sem comprometer a saúde financeira do negócio?

Ter em mente o financiamento como solução adequada para a empresa se modernizar, crescer e inovar é, sem dúvidas, um bom começo. Apesar disso, é bom ter cuidado para não comprometer a saúde financeira do negócio.

Um passo importante para pegar um financiamento e evitar as dívidas é fazer uma análise financeira da empresa. Essa atividade consiste em verificar se uma organização tem condições de investir ou precisa ter uma postura mais conservadora para evitar a falência.

Dessa forma, um empresário terá mais possibilidades de administrar o endividamento sem comprometer a qualidade dos serviços. Pense em uma farmácia que pretende abrir uma nova filial em uma cidade: se o proprietário não estimar devidamente os recursos necessários para finalizar a obra e manter a saúde financeira do negócio, mesmo conseguindo um financiamento ele vai ficar endividado.

Essa postura deve ser evitada ao máximo, visto que dificulta a obtenção de crédito junto a uma instituição financeira e prejudica a qualidade dos serviços, o que afasta os consumidores.

Muitas empresas fecham as portas porque não têm os recursos financeiros suficientes para seguirem as atividades de maneira adequada. Além disso, não têm uma gestão que administre as dívidas e promova o crescimento do negócio de forma sustentável.

Para que os financiamentos para micro e pequenas empresas proporcionem bons resultados, vale a pena contar com a ajuda de consultores de uma cooperativa de crédito. Conversar com profissionais que entendem como funcionam os financiamentos gera mais conhecimento sobre o momento certo para investir.

Se um empreendedor avaliar adequadamente o prazo e os juros para pagar um financiamento, ele estará mais bem preparado para quitar as parcelas com tranquilidade e utilizar o crédito concedido com inteligência.

Dica: 5 vantagens de empréstimos de cooperativas em comparação com bancos

Como funcionam os juros dos financiamentos para micro e pequenas empresas?

Um fator muito importante para avaliar se o financiamento é benéfico para o empresário é a taxa de juros. Ela consiste na remuneração que o cliente paga à instituição responsável por conceder o crédito.

À medida que o investimento apresenta um grande risco, maiores serão as taxas de juros. Isso deve ser analisado com bastante atenção pelo empreendedor, porque o atraso no pagamento das parcelas pode fazer com que a dívida aumente bastante — o que pode tornar inviável a continuidade do negócio.

A taxa de juros é influenciada por aspectos como a inflação, os custos administrativos relacionados com a transação e a taxa do Sistema Especial de Liquidação e Custódia (Selic), utilizada pelo Banco Central (BC) ao emprestar dinheiro para as instituições financeiras.

Se a taxa Selic estiver baixa, os clientes têm mais condições de fazer financiamentos com juros menores. Isso faz com que haja menos custos para quitar as parcelas, criando um ambiente favorável para os investimentos.

Os juros mais baixos contribuem para reduzir a inadimplência, que consiste no não pagamento do empréstimo em dia. Isso faz com que a operação financeira seja mais custosa para o cliente, porque haverá a cobrança dos juros de mora pelo atraso na quitação das prestações.

Nenhum empresário pretende ficar com o nome sujo devido ao fato de não honrar os compromissos acordados. Com mais facilidade de quitar as prestações, o risco de passar por essa situação será bem menor.

Modelos de taxa de juros

O mercado financeiro adota três modelos de taxas de juros, que devem ser levados em consideração pelos empreendedores.

A taxa nominal serve de referência para a cobrança pelo dinheiro emprestado, pois o período de capitalização não é o mesmo da taxa de referência. Como exemplo podemos citar uma taxa de 12% ao ano com capitalização mensal.

A taxa efetiva envolve os juros cobrados efetivamente pelo banco ou pela cooperativa de crédito. Isso porque o período de capitalização coincide com o de referência da taxa.

A taxa real mostra o que a instituição financeira está cobrando pelo empréstimo. Ela se diferencia da efetiva, pois o dinheiro perde valor em virtude da inflação.

A recomendação é que o empresário saiba como será a taxa de juros efetiva. Assim, ele terá mais possibilidades de calcular quanto valerão as parcelas e verificar se possui capacidade de pagá-las em dia.

Quais são as modalidades de financiamento disponíveis para micro e pequenas empresas?

Conhecer as alternativas disponíveis para contar com recursos financeiros de maneira mais rápida e segura é uma iniciativa valiosa para empresas de pequeno porte. Contudo, é preciso ter muita cautela para escolher a melhor opção para manter a saúde financeira do negócio.

Para o investimento ser realizado com eficiência, é interessante o empreendedor pesquisar bastante, conversar com gestores de instituições financeiras e avaliar com os sócios, caso os tenha, o melhor momento para fazer um financiamento.

Com a intenção de ajudá-lo a administrar as finanças com maestria, vamos mostrar alternativas para contar com capital de giro e estar com as finanças em dia. Acompanhe!

Cheque especial

É uma opção que deve ser usada em situações excepcionais, quando o empresário tem condições de quitar a dívida em curto prazo. Essa postura é essencial para a dívida não aumentar de forma considerável devido aos juros altos.

O Imposto sobre Movimentação Financeiras (IOF) e a taxa de contrato são outros fatores que tornam o cheque especial uma modalidade de financiamento bastante onerosa caso o pagamento pelo dinheiro emprestado não seja feito com rapidez.

O indicado é que o empresário utilize o cheque especial para dívidas que possam ser quitadas em poucos dias. Essa medida deve ser adotada para não prejudicar a capacidade da empresa honrar compromissos e de fazer novos investimentos.

Conta garantida

Funciona de maneira semelhante ao cheque especial, porém apresenta, normalmente, juros mais baixos facilitando o pagamento. Ela se caracteriza por uma modalidade de crédito rotativo, que pode ser utilizada para diversos fins, como aquisição de equipamentos e compra de matérias-primas.

Para evitar problemas com as finanças do negócio, o empresário deve negociar a taxa de juros com a instituição credora. A liberdade para usar o dinheiro é uma vantagem que atrai bastante os empreendedores que optam por esse tipo de financiamento.

Leasing

O leasing consiste em um contrato de locação que permite a compra do bem ao final do acordo. É considerado uma boa alternativa para médio e longo prazos, sendo bastante utilizado para a aquisição de equipamentos e veículos.

Logicamente, o empreendedor deve avaliar com bastante carinho se vale a pena investir mais dinheiro na aquisição do bem. Dependendo da situação, é melhor optar por equipamentos mais modernos, caso haja capital disponível para isso.

É preciso analisar que o bem, utilizado durante o leasing, já sofreu uma depreciação e terá uma vida útil menor do que outro que foi fabricado há menos tempo.

Empréstimo

Nem sempre é viável fazer grandes investimentos com recursos próprios. Por isso, é comum que os proprietários façam um empréstimo para impulsionar o negócio. As cooperativas de crédito e os bancos (comerciais e de investimento) disponibilizam para o empreendedor opções para contar com dinheiro necessário para crescer de forma sustentável.

Antes de optar pelo empréstimo, é recomendado analisar a taxa de juros e o período de carência (prazo concedido pela instituição financeira para começar a pagar as parcelas). Isso contribui para o dono de um restaurante, por exemplo, se preparar para quitar as prestações sem afetar as atividades do negócio.

As empresas de menor porte contam com linhas de crédito que permitem usar os recursos para diversas finalidades, como:

  • fazer reformas ou benfeitorias no estabelecimento;

  • adquirir veículos que serão usados para as ações da empresa;

  • comprar equipamentos;

  • investir na aquisição de um imóvel;

  • contar com capital de giro;

  • contratar uma assistência técnica para verificar as melhores alternativas para expandir a produção;

  • investir em ações de marketing para divulgar o negócio.

Antes de pegar um empréstimo, faça uma simulação de como ficarão as parcelas de acordo com o prazo estipulado para quitá-las. Essa postura vai ajudá-lo a verificar se você possui condições para pagá-las em dia.

Sem dúvidas, o bom senso é uma atitude muito importante para quem vai pegar um empréstimo. Hoje, uma gestão responsável é mais do que uma obrigação para quem está abrindo ou administrando há um certo tempo uma empresa.

As simulações permitem que seja feito um planejamento de como será o pagamento do empréstimo. Quanto mais rápido o empresário pagar as parcelas, menores serão os gastos com os juros.

Dica: Entenda por que um empréstimo pode ser considerado um investimento

Antecipação de recebíveis

É uma modalidade de crédito bastante utilizada, principalmente no comércio. Imagine que um proprietário de uma loja de roupas esteja necessitando de capital de giro. Nesse caso, ele pode pedir para uma instituição financeira o dinheiro antecipado por uma venda.

É uma maneira rápida de conseguir recursos financeiros que viabilizam o pagamento das despesas do negócio. Em vez de receber o dinheiro no prazo de 30 dias, o empresário já o adquire com mais agilidade.

Por outro lado, é importante verificar a taxa de juros. Isso porque esse tipo de operação financeira não pode comprometer a lucratividade do negócio de forma significativa.

Por que contratar um financiamento com uma cooperativa de crédito?

Você já pensou em fazer um financiamento por uma cooperativa de crédito? Sabia que essa alternativa está sendo adotada por muitos empreendedores para abrir um novo negócio e fugir das elevadas taxas de juros adotadas pelos bancos?

Uma cooperativa de crédito consiste em uma instituição financeira que reúne pessoas de forma voluntária. Ela não possui fins lucrativos, tem natureza jurídica própria e tem como prioridade prestar serviços aos associados.

Por isso, os integrantes têm mais facilidade de obter crédito e outros produtos financeiros, como aplicações, investimentos, seguros, entre outros. Os cooperados recebem um atendimento mais direcionado, o que ajuda a obter um financiamento mais vantajoso para administrar o negócio.

Se você está com receio de fazer investimentos por meio de uma cooperativa de crédito, a recomendação é conhecer algumas vantagens de aplicar o dinheiro nesse tipo de instituição, como:

  • atendimento personalizado com foco nas necessidades dos associados;

  • os recursos excedentes da cooperativa são direcionados aos integrantes;

  • a concessão do crédito é feita de acordo com as características dos investidores, com prazos e condições mais favoráveis.

Outra vantagem de ser sócio de uma cooperativa de crédito é que a gestão é feita pelos associados. Dessa forma, há um maior envolvimento no planejamento das atividades. Isso contribui para os recursos financeiros terem uma destinação que permita aos integrantes expandirem o próprio negócio.

As cooperativas de crédito também possuem muitos serviços que são oferecidos pelos bancos:

  • conta corrente;

  • consórcios;

  • poupança;

  • seguros.

Há outros investimentos que podem ser feitos em uma cooperativa de crédito, que tem como principal objetivo proporcionar resultados mais expressivos para os negócios de cada associado. Os bancos também priorizam o aumento da renda dos correntistas, mas apresentam como meta principal o lucro.

Esse fator faz com que haja uma mentalidade diferente no contato da cooperativa com os clientes em relação aos bancos. Isso porque as prestações e os juros de um financiamento são estipulados, considerando as condições dos associados.

Uma instituição bancária, por exemplo, está mais interessada em alcançar as metas do que oferecer serviços com valores que estejam adequados à realidade de cada cliente. Essa iniciativa mostra que as cooperativas de crédito estão mais preocupadas com a economia da região em que atuam.

Ou seja, os serviços oferecidos para os associados apresentam um caráter mais social com um foco para a geração de emprego e renda. Isso colabora para que os empreendedores tenham um maior prestígio junto ao público-alvo. Hoje, o consumidor valoriza bastante os empresários que possuem uma conduta ética e correta.

Uma semelhança marcante entre os bancos e as cooperativas de crédito é que ambos são fiscalizados pelo Banco Central — o que gera mais segurança para o investidor ao aplicar o dinheiro.

Antes de investir os recursos financeiros em uma instituição, o empreendedor deve saber como essa organização é controlada. No caso de uma cooperativa de crédito, todos os associados têm direito a voto. Dessa maneira, todos participam da gestão e monitoram o andamento das atividades.

Como escolher a cooperativa de crédito ideal para a empresa?

Uma medida essencial para escolher uma cooperativa de crédito é conhecer os serviços oferecidos e analisar se eles estão adequados ao seu negócio. Em geral, essas instituições buscam proporcionar um apoio para as empresas de menor porte.

É importante também saber o segmento da economia que as cooperativas de crédito desejam contemplar. Por exemplo: um produtor rural deve procurar uma instituição que esteja mais preparada para oferecer um atendimento diferenciado e qualificado para os agricultores.

Outra iniciativa relevante para escolher uma cooperativa de crédito é analisar o histórico. Ou seja, como os associados estão identificados com as ações e a postura da entidade. Com certeza, uma gestão responsável faz toda a diferença nos resultados e na qualidade dos serviços oferecidos.

Além disso, o empreendedor deve avaliar como é feito o atendimento na cooperativa — se as informações são repassadas com clareza e correção. A transparência é um fator bastante valorizado por todos os segmentos sociais atualmente.

A cortesia e a disponibilidade para tirar as dúvidas são outros aspectos que devem ser levados em consideração. O associado deve "se sentir em casa” para conseguir fazer bons financiamentos em uma cooperativa de crédito.

Antes de se associar, é indicado conversar com outros integrantes sobre como é o método de trabalho da cooperativa. Assim o empreendedor terá mais segurança para aplicar os recursos financeiros e saber como agir para obter os resultados esperados.

Qual é a importância das cooperativas de crédito para micro e pequenas empresas?

Em um momento de escassez de recursos financeiros, é muito importante que as empresas de menor porte tenham opções de conseguir crédito de maneira mais simples e menos onerosa. A burocracia é um aspecto que inibe bastante a criação de novos negócios, o que dificulta a geração de novos empregos.

Em um cenário caracterizado por incertezas na economia, contar com instituições sólidas que tenham como prioridade fazer com as empresas sejam mais sustentáveis é algo muito importante.

Esse aspecto faz com que as cooperativas de crédito sejam muito atraentes para os empresários com menos recursos para investir. Um dos motivos é que as condições de pagamento das prestações do financiamento são, em geral, bem mais favoráveis do que as dos bancos.

Com juros mais baixos e parcelas mais adequadas às condições econômicas dos associados, as cooperativas permitem que os empreendedores tenham mais facilidade para fazer os investimentos necessários para melhorar a qualidade dos serviços prestados ou expandir as atividades realizadas.

No setor rural, a Cresol é uma instituição que presta um suporte de alto nível para os integrantes, contribuindo para que eles possam aumentar a produção e elevar as vendas, o que ajuda a manter a qualidade de vida das famílias.

Além da oferta de crédito por meio de linhas do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), a Cresol fornece aos associados a oportunidade de participar de consórcios e de receber assistência técnica.

Outro benefício para os associados é o seguro, que dá mais tranquilidade para os empreendedores administrarem melhor o próprio negócio. Inegavelmente, uma cooperativa de crédito tem um papel muito relevante na economia nacional.

E se você quiser saber mais informações sobre financiamentos para micro e pequenas empresas com a Cresol, clique no banner abaixo!

Cresol: ao seu lado, sempre que precisar




Por
15/02/2018

Nossa missão é promover a inclusão social através do acesso ao crédito! São mais de 200 mil famílias cooperadas em 10 estados brasileiros, e nos orgulhamos por ser o maior sistema de cooperativas de crédito rural solidário do Brasil.


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