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Publicado em: 28/04/2022

Cresol apoia projeto de psicomotricidade relacional em Rio Fortuna

Com o objetivo de atender crianças e adolescentes por meio da psicomotricidade relacional, a pedagoga Janete de Oliveira desenvolve, desde o ano passado, o projeto Psicomotricidade relacional, um direito de todos”. Atualmente são 87 crianças e adolescentes de Rio Fortuna e região atendidos pelo projeto que tem o apoio da Cresol Rio Fortuna e Encostas da Serra Geral.
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Com o objetivo de atender crianças e adolescentes por meio da psicomotricidade relacional, a pedagoga Janete de Oliveira desenvolve, desde o ano passado, o projeto “Psicomotricidade relacional, um direito de todos”. Atualmente são 87 crianças e adolescentes de Rio Fortuna e região atendidos pelo projeto que tem o apoio da Cresol Rio Fortuna e Encostas da Serra Geral.

As ações realizadas pela profissional auxiliam no desenvolvimento de aspectos pedagógicos, comportamentais e de socialização das crianças e adolescentes. Os atendimentos são realizados em grupos, ou individualmente, com crianças a partir de dois anos de idade até adolescentes de 14 anos. O trabalho era inicialmente realizado com os coroinhas da comunidade. “Fazia parte do meu estágio da especialização em psicomotricidade relacional. Como não podia atender nas escolas, por conta da pandemia, comecei a realizar o atendimento no espaço que já tinha, com todos os cuidados que eram necessários”, conta. “Os bons resultados foram interessando outros pais. Cheguei a ter uma lista de espera de 27 crianças”, destaca. Na época, Janete conciliava o projeto com o emprego em um hotel da cidade.

O espaço utilizado pela profissional é uma sala cedida pela Paróquia de Rio Fortuna e que já havia sido adaptada com a ajuda da comunidade, do poder público e de movimentos da Igreja Católica. Como o local precisava de novas reformas, a pedagoga procurou a Cresol. “Primeiro fui em Santa Rosa de Lima e a cooperativa prontamente decidiu apoiar o projeto. Depois fui para Rio Fortuna, onde também tive apoio”, relata. As Cooperativas contribuíram com a reforma do espaço. Adaptações também foram necessárias para, por exemplo, atender as pessoas com deficiência. Os recursos ainda auxiliaram na aquisição de novos equipamentos.

Além das melhorias, as cooperativas passaram a oferecer uma ajuda de custo para que a profissional pudesse dedicar mais tempo ao projeto. “Sabendo da lista de espera de crianças, eles sugeriram contribuir com um valor para que eu pudesse sair do meu emprego e me dedicar somente ao projeto”, detalha. Atualmente, as famílias que desejam também contribuem com um valor simbólico, que é pago mensalmente. “Foi graças à Cresol que a gente conseguiu viabilizar tudo isso. Foi imprescindível para começar e tem sido fundamental para manter o projeto”, destaca.