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Publicado em: 06/10/2016

Cresol Central e Cooperativas apoiam o Outubro Rosa

A campanha “Outubro Rosa” é reconhecida internacionalmente pela discussão das causas e prevenção do câncer de mama e colo de útero nas mulheres.

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A campanha “Outubro Rosa” é reconhecida internacionalmente pela discussão das causas e prevenção do câncer de mama e colo de útero nas mulheres. A Cresol Central SC/RS e as Cooperativas filiadas apoiam essa campanha e além disso, a Cresol Central está desenvolvendo o projeto “Mulheres da Luta”, em que o objetivo é discutir para além da prevenção ou tratamento do câncer, a saúde integral da mulher. 
Entre as atividades programadas dentro do projeto está a elaboração de uma cartilha contendo histórias de associadas da Cresol, destacando a superação de dificuldades ou problemas de saúde. Na mesma, procura-se demonstrar que para falar em saúde da mulher é preciso falar também de protagonismo, de reconhecimento, discutir o preconceito, a discriminação, enfim, todos os fatores que influenciam no cotidiano da mulher.
Segundo a professora da Unochapecó e enfermeira, Dra Maria Elisabeth Kleba, a saúde da mulher deve ser compreendida com o olhar da integralidade e a assistência integral quer dizer especialmente sobre o cuidado ao ser humano. “Para isso é preciso compreender que ele é um ser que vive em uma família, uma comunidade, um contexto, que tem influências. Chamamos isso de determinantes sociais da saúde. Essas determinações são de ordem política, ergonômica, cultural, enfim, vários componentes e fatores que determinem o que é a saúde”, salienta a professora. “Partindo desse pressuposto, quando as pessoas buscam um profissional da saúde em casos de doenças, não é ela em si que deve ser tratada. É preciso olhar para a pessoa e compreender que ela pensa, sonha, reage, que está no mundo, tem seu lugar, tem relações, que precisa ser conhecida e respeitada”, acrescenta.
Para Maria Elisabeth, as mulheres ainda são submetidas a discriminação social. “Por exemplo: cargos de gestão que os homens ocupam e mulheres não; tem coisas que são ditas nas entrelinhas, na educação, na escola, na igreja; um rapaz ganha um carrinho e a menina uma boneca. Tudo isso discrimina tanto os homens quanto as mulheres, estabelecendo seus papéis sociais. Isso também influencia na saúde das mulheres, a educação que ela recebe sobre seu papel, como ela tem que se vestir, dançar, caminhar, tudo é como ela deve ou tem que fazer, e isso são fatores psicológicos, sociais, culturais, que impregnam esse ‘ser’ e essa ‘percepção’ de si mesmo e consequentemente seus valores, autoestima e confiança”, explica.

Assessoria de Imprensa da Cresol Central SC/RS