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Publicado em: 17/08/2017

Cresol Ipumirim apoia projetos de escola de Arabutã

A Cresol Ipumirim apoiou os projetos da Escola de Educação Básica Arabutã.

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Com a participação de escolas de Ipumirim, Arabutã, Lindóia do Sul, Seara, Xavantina, Itá, Arvoredo e Paial foi realizada nesta quinta-feira (17/08) a Feira de Ciências e Tecnologia, Matemática e a Mostra de Iniciação Científica (MOCISC). A elaboração de trabalhos para essas feiras tem como objetivos divulgar a produção dos alunos, incentivar o desenvolvimento de projetos interdisciplinares que possam trazer desenvolvimento sustentável e ainda, selecionar os trabalhos que seguirão para a etapa estadual.
A Cresol Ipumirim apoiou os projetos da Escola de Educação Básica Arabutã. Segundo o secretário Cedenir Dressel, esse apoio visa incentivar os alunos, bem como a própria Cooperativa, afinal são projetos que vem da agricultura e que podem auxiliar a mesma. Já o diretor-presidente, Victor Ticiani, destaca que a Cresol sempre acreditou nas crianças e adolescentes, por isso, com o entendimento do Conselho, decidiu contribuir com os projetos para viabilizá-los. “Projetos esses que nasceram das próprias crianças e foram viabilizadas por elas”, reforça.
O diretor da Escola de Educação Básica Arabutã, Alexandre Fontana, salienta que a escola tem como princípio pedagógico o incentivo à pesquisa científica. “Buscamos principalmente na área de agricultura que é o forte do nosso município. Hoje em Arabutã temos 90% da arrecadação do município da agricultura, então incentivamos projetos que são relacionados a mesma”, reforça. De acordo com Fontana, na escola são realizadas pesquisas com os alunos e foram desenvolvidos projetos na área da pesca, do mel e outros projetos na área de matemática, geografia, ciências, na questão de terremotos, entre outros. Além disso, busca-se sempre parcerias com entidades para que os projetos possam se desenvolver. “A Cresol temos parceria pelo segundo ano e isso tem incentivado muito os alunos a pesquisarem. Sozinhos não conseguimos andar. A parceria é benéfica para todo mundo”, enfatiza o diretor.
Fontana comenta que é importante participar das feiras pela questão social e pedagógica, mas principalmente porque os alunos participando eles crescem quanto pessoas, se desenvolvem, podem apresentar, conhecer outros projetos que são desenvolvidos.
Projetos na agricultura
Um dos projetos desenvolvidos pela escola de Arabutã é intitulado “Sem abelha, sem alimento”. No mesmo, os alunos Artur e Heloísa tem a intenção de despertar nos alunos da Escola de Educação Básica Arabutã a curiosidade quanto aos benefícios que podem ser obtidos através da apicultura, bem como esclarecer a importância das abelhas para o meio ambiente e o homem. Para tal, realizou-se uma conversa com um apicultor da região, sendo que através deste obtiveram informações que os direcionaram para a busca de mais conhecimento, através de seminários na Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina, reuniões com a Associação de Apicultores do município, e materiais fornecidos pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, bem como a parceria da Cresol Ipumirim no fornecimento de materiais para execução do projeto. “Este estudo nos permitiu observar a prática do manejo e perceber que a apicultura traz muitas vantagens para preservação ecológica, econômica, assim como grandes benefícios à saúde humana”, explicam.
Outro projeto foi desenvolvido pelas alunas Mariane e Kelly denominado “Fornalha de aquecimento: evitando a inapetência e a hipotermia das tilápias”. O mesmo teve como objetivo diminuir a mortandade das tilápias dos açudes no inverno, permitindo aumentar o lucro das famílias que dependem deste meio de sobrevivência no município de Arabutã, pois nesta região o inverno é rigoroso. Segundo as alunas foi necessário amplo estudo bibliográfico como base para o desenvolvimento do tema, palestras, discussões e parcerias com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri) e com a Cresol Ipumirim. Também, realizou-se um estudo de campo no Pesque Pague Schmitt, local da implantação da fornalha. Paralelo a isso foi confeccionada uma maquete para representar a propriedade e a fornalha idealizada que gerou discussões no espaço escolar acerca da  atividade pesqueira.
    Outras iniciativas
“Sabão de cinzas: uma sujeira que limpa” é o projeto desenvolvido pelos alunos Elias e Raí. Segundo eles, o sabão produzido a partir de cinzas é o sabão primogênito que segundo as histórias, surgiu por acaso onde a gordura dos animais mortos se misturava com as cinzas, formando assim uma reação que hoje chamamos de saponificação. “Conteúdo que associado a outros abordados no decorrer do ano letivo resolveu-se associar a teoria e a prática, para tirar a dúvida se realmente é possível produzir um sabão altamente sustentável, reduzindo custos e assim obter um sabão de qualidade e ainda biodegradável”, comentam os alunos. “Após a apresentação deste trabalho na MOSISC em 2016, foi dada continuidade ao mesmo, para tanto, buscou-se parceria com uma fábrica de sabão do município de Arabutã para a fabricação de sabão, a criação de pontos de coleta de óleo e principalmente o trabalho com a divulgação dos impactos ambientais provocados e da possibilidade de as pessoas acessarem os pontos de coleta para deixarem seu óleo usado”, finalizam.
Na feira ainda foram expostos os trabalhos das alunas Agata e Isabele “Como a estrutura escolar influencia no aprendizado?”,  de Maikelen e Keli “Jogos facilitadores no processo ensino – aprendizagem da matemática”, Bárbara e Júlia “Terremotos no Brasil: é possível?” e dos alunos Cauã e Claudinei “Porque não ocorre aurora boreal no Brasil”.

 

 

Assessoria de Imprensa da Cresol Central SC/RS