Acesse sua conta
Acessar conta
Publicado em: 04/05/2016

Plano Safra 2016/2017 é lançado em Brasília

A produção de alimentos saudáveis terá mais crédito no Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf)

Compartilhe

Compartilhe

O Plano Safra da Agricultura Familiar 2016/2017 foi lançado ontem (3), pela presidente Dilma Rousseff e o Ministro do Desenvolvimento Agrário (MDA) Patrus Ananias de Sousa, representantes dos movimentos sociais do campo, extensionistas rurais, trabalhadores das instituições financeiras e outras autoridades. Para este plano, o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) disponibilizará crédito mais barato para diminuir o custo e estimular a produção de alimentos que fazem parte da cesta de consumo dos brasileiros.

Para o custeio da produção de arroz, feijão, mandioca, trigo, amendoim, alho, tomate, cebola, batata doce, abacaxi, banana, laranja, hortaliças, erva mate, entre outros, os juros serão de 2,5% ao ano. Esses juros também são válidos para custeio destinado à apicultura, bovinocultura de leite, piscicultura, ovinos, caprinos e produção de alimentos orgânicos ou agroecológicos.

Para quem desejar custear a produção de milho também pagará o juro de 2,5% ao ano, desde que não ultrapasse o valor de R$ 20 mil de financiamento. Para as demais culturas, criações ou atividades as taxas de juro são de 5,5% ao ano, mantendo o mesmo juro do ano passado. O Plano Safra também prevê apoio ao cooperativismo, assistência técnica e extensão rural, mulheres rurais, juventude e sucessão rural, povos e comunidades tradicionais, entre outros.

O diretor de Fomento e Negócios da Cresol Central, Braulio Zatti, avalia positivamente o Plano Safra 2016/2017. “Sem dúvida traz alguns avanços significativos para a agricultura familiar, principalmente para a produção de alimentos. Tanto para custeio quanto investimento os juros são mais baixos: 2,5% ao ano”, salienta Zatti. “Isso reforça nossa luta da Cresol Central de política diferenciada na produção de alimentos, tanto na forma tradicional quanto orgânicos e agroecológicos”, reforça o diretor.

Zatti comenta que apesar do volume de recursos do plano anterior (R$ 28.900.000,00) não ter sido gasto totalmente, o novo plano teve aumento: serão R$ 30 bilhões para o crédito rural à agricultura familiar. “É o momento de reforçarmos dentro do cooperativismo a aplicação desse recurso. O nosso desafio é liberar mais e melhor. É um bom plano safra, resta ajudar a executar. Cabe a nós da Cresol Central e associadas auxiliar para que os recursos cheguem aos pequenos agricultores da melhor forma possível”, finaliza o diretor.

Assessoria de Imprensa da Cresol Central SC/RS