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Publicado em: 06/04/2015

Políticas Públicas

Pronaf, mais renda e qualidade de vida no campo
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O valor das operações de crédito nos sete primeiros meses da safra 2014/2015 bateu recorde. De julho de 2014 a janeiro de 2015, os agricultores familiares brasileiros aplicaram R$ 16,5 bilhões, 21% acima do que foi contratado no mesmo período da safra anterior. São mais de 1,2 milhão de contratos do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), que viabilizaram acesso às linhas de custeio e investimento e proporcionaram mais renda e qualidade de vida para milhares de famílias.

Crédito Solidário

O Crédito Rural para a Agricultura Familiar tem como desafio a produção de alimentos. Em um cenário onde o agricultor familiar é o responsável por mais de 70% da produção dos alimentos que estão na mesa dos brasileiros, o crédito para investir, crescer e desenvolver essa agricultura é um fator fundamental.

As Cooperativas Cresol são instrumentos para essa aproximação do Pronaf aos agricultores familiares fazendo que por meio do acesso ao crédito os agricultores consigam transformar suas propriedade em fonte de renda, com qualidade de vida e desenvolvimento social.

Na última ano as Cooperativas Cresol apresentaram números expressivos nos repasses, onde foram liberados mais de R$ 670 milhões de reais. Sendo mais de R$ 360 milhões em custeio e de R$ 252 milhões em investimento repassados aos cooperados.

Os valores de repasse em custeio e investimento representam o desenvolvimento do cooperado Cresol, onde cada real colocado na mão dos agricultores familiares atendidos pela Cresol, geram desenvolvimento em toda região em que a cooperativa está inserida.

Linhas de financiamento

Os créditos de custeio financiam o produtor individualmente ou em associações e cooperativas, por meio de recursos destinados ao custeio das atividades agropecuárias e não agropecuárias e ao beneficiamento, industrialização ou comercialização da produção própria ou de terceiros enquadrados no Pronaf, como, por exemplo, despesas das atividades agrícolas e pecuárias; aquisição de insumos; realização de tratos culturais e colheita; beneficiamento ou industrialização do produto financiado; produção de mudas e sementes certificadas e fiscalizadas.

Já os créditos de investimento são restritos a itens de implantação, ampliação ou modernização da estrutura das atividades de produção, de armazenagem, de transporte ou de serviços agropecuários ou não agropecuários, no estabelecimento rural ou em áreas comunitárias rurais próximas. São exemplos: máquinas agrícolas; tratores; colheitadeiras; animais; implantação de sistemas de armazenagem e de irrigação; projetos de melhoria genética; adequação e correção de solo; recuperação de pastagens; ações de preservação ambiental.

Há ainda linhas especiais direcionadas, por exemplo, à agroindústria, agroecologia, sistemas agroflorestais, semiárido, mulher e jovem. Os agricultores de mais baixa renda podem contar com o microcrédito rural que permite o financiamento das atividades agropecuárias e não agropecuárias geradoras de renda.