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Publicado em: 27/07/2016

Qualidade de vida é buscada por produtores de Ipê

O município de Ipê no Rio Grande do Sul é a Capital Nacional da Agroecologia. Entre os produtores que apostam nessa iniciativa está a família de Douglas Garbin e Fernanda Silveira e a família de Marcos, Elisana e Maria Luísa Mosquer.

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O município de Ipê no Rio Grande do Sul é a Capital Nacional da Agroecologia. Entre os produtores que apostam nessa iniciativa está a família de Douglas Garbin e Fernanda Silveira e a família de Marcos, Elisana e Maria Luísa Mosquer. As duas famílias que residem na Capela São Brás produzem morango, tomate e amora de forma orgânica. Eles saíram de Caxias do Sul rumo a Ipê em busca de uma qualidade de vida melhor. Contam que Douglas passou a ter problemas de saúde, causado em grande parte pela má alimentação e estresse do dia-a-dia, já que viajava seguidamente em função da profissão que exercia. Tinha um bom salário, mas não tinha um bom aproveitamento do mesmo. Percebendo que morar no campo poderia proporcionar uma qualidade de vida diferente da cidade grande, optaram por comprar uma propriedade no interior de Ipê. Em janeiro de 2015 em família, já que Elisana e Douglas são irmãos, passaram a trabalhar com produção orgânica.
As duas famílias possuem na propriedade duas estufas de morangos que compreendem 720 metros quadrados, duas estufas de tomates que compreendem mais 720 metros quadrados e em uma área de ¼ de hectare é produzido amoras. A produção destina-se às feiras em Porto Alegre e Caxias do Sul, bem como para a Econativa, que é uma cooperativa que comercializa os produtos orgânicos de Ipê, destinando-os para supermercados. As duas famílias trabalham apenas com a produção de morangos, amoras e tomates. Já a produção de algumas hortaliças como brócolis e alface destina-se ao consumo próprio.
Benefício à saúde
    O que levou os produtores a investirem na atividade orgânica foi o benefício à saúde, além de ser uma forma de preservar o meio ambiente sem as intoxicações que os agrotóxicos provocam no mesmo e na vida dos consumidores. “Assim estamos contribuindo para o meio ambiente e mostrando que é possível ter uma vida melhor se alimentando com frutas, verduras e produtos sem agrotóxicos”, destacam. 
Douglas comenta que a Cresol auxiliou e auxilia para a implantação das estufas. “Com um crédito diferenciado para mim já que trabalho com agroecologia. Também a Cresol tem uma linha completa de serviços que caso precisar sei que posso contar com estes recursos e juros diferenciados para melhor investimento em minha propriedade”, salienta. As famílias são associadas da Cresol Posto de Atendimento de Ipê, vinculada a Cresol Planalto Serra.
Sobre as dificuldades enfrentadas para produzir agroecologicamente, Douglas e Marcos destacam que pelo fato de serem produtos orgânicos, não pode ser utilizado nenhum tipo de agrotóxico. “E como hoje em dia há muitas pessoas que usam disto, as sementes já vem com uma certa resistência, pois grande parte são transgênicas. Portanto, a grande dificuldade é em lidar com isto, pelo fato de os tratamentos orgânicos serem naturais, à base de ervas”, relatam os produtores.
Já os pontos positivos, eles afirmam que são diversos. “Um deles é o prazer de trabalhar com produtos assim, sem ter de usar agrotóxicos, sem prejudicar o meio em que vivemos, e também sem prejudicar a saúde das pessoas”, argumentam.

      Além das fotos do site, podem ser conferidas mais fotos na página do facebook: https://www.facebook.com/sistemacresolcentral/?fref=nf

   

Assessoria de Imprensa da Cresol Central SC/RS