Debater as políticas e os desafios do setor de microfinanças, bem como fortalecê-lo e apresentar soluções foram os principais objetivos do ‘III Seminário do Programa Nacional de Microcrédito Produtivo Orientado (PNMPO)’, realizado nos dias 15 e 16 de julho de 2008. O evento foi uma iniciativa do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e reuniu instituições financeiras e agências de fomento ligadas ao Programa.
Durante os dois dias, os participantes discutiram o microcrédito como instrumento de valorização do trabalho humano e de combate à pobreza, a integração do Programa com outras políticas públicas, a formalização de empreendimentos, a ampliação e conseqüente fortalecimento da rede e os desafios e perspectivas do setor.
Segundo o secretário-executivo do MTE, André Figueiredo, o Programa apresenta atualmente vários desafios, entre eles está a inclusão de mais beneficiários, a captação de recursos para serem emprestados aos tomadores finais, bem como a estipulação de uma taxa de juros que facilite o empréstimo.
“A realização do seminário nos deu possibilidade de realizar novos encaminhamentos a essas questões e criar subsídios para criação de uma proposta que será levada ao Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, onde apresentaremos o PNMPO como instrumento a ser incluído em algum tipo de atividade produtiva no Programa Bolsa Família”, destaca Figueiredo.
De acordo com o Coordenador do PNMPO, Max Coelho, o tema ‘Ampliação da rede’ esteve presente nas duas primeiras edições do seminário. “Sempre discutiremos o fortalecimento da rede, pois esta é uma necessidade constante. Para isso, estamos desenvolvendo um projeto com o Plano Setorial de Qualificação (Planseq) do MTE, onde estão qualificados 3,4 mil agentes de crédito e empreendedores, além de um conjunto de outras ações de qualificação”, enfatiza Max.
Banco de Dados – O MTE está preparando o primeiro banco de dados do setor, onde – de quatro em quatro meses – as instituições serão estimuladas a preencher um cadastro e enviar as informações para o MTE. Isso proporcionará um monitoramento permanente a respeito do trabalho realizado e também do que ainda precisa ser feito para ampliar a rede.
O III Seminário do PNMPO contou com o apoio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e foi realizado no auditório do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), em Brasília. Participaram representantes do Banco Central, Banco Interamericano de Desenvolvimento, Cooperação Andina de Fomento, Associação Nacional do Cooperativismo de Crédito da Economia Familiar e Solidária, Associação Brasileira dos Dirigentes de Entidades Gestoras e Operadoras de Crédito, Crédito Popular e Entidades Similares, Associação Brasileira da Sociedade de Crédito ao Microempreendedor, Associação Brasileiras de Entidades Financeiras de Desenvolvimento. O assessor de Microfinanças, Wanderley Silva Gomes e Sammy Gesteira Roiter, diretor financeiro, acompanharam o evento representando o Sistema ASCOOB.
Durante os dois dias, os participantes discutiram o microcrédito como instrumento de valorização do trabalho humano e de combate à pobreza, a integração do Programa com outras políticas públicas, a formalização de empreendimentos, a ampliação e conseqüente fortalecimento da rede e os desafios e perspectivas do setor.
Segundo o secretário-executivo do MTE, André Figueiredo, o Programa apresenta atualmente vários desafios, entre eles está a inclusão de mais beneficiários, a captação de recursos para serem emprestados aos tomadores finais, bem como a estipulação de uma taxa de juros que facilite o empréstimo.
“A realização do seminário nos deu possibilidade de realizar novos encaminhamentos a essas questões e criar subsídios para criação de uma proposta que será levada ao Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, onde apresentaremos o PNMPO como instrumento a ser incluído em algum tipo de atividade produtiva no Programa Bolsa Família”, destaca Figueiredo.
De acordo com o Coordenador do PNMPO, Max Coelho, o tema ‘Ampliação da rede’ esteve presente nas duas primeiras edições do seminário. “Sempre discutiremos o fortalecimento da rede, pois esta é uma necessidade constante. Para isso, estamos desenvolvendo um projeto com o Plano Setorial de Qualificação (Planseq) do MTE, onde estão qualificados 3,4 mil agentes de crédito e empreendedores, além de um conjunto de outras ações de qualificação”, enfatiza Max.
Banco de Dados – O MTE está preparando o primeiro banco de dados do setor, onde – de quatro em quatro meses – as instituições serão estimuladas a preencher um cadastro e enviar as informações para o MTE. Isso proporcionará um monitoramento permanente a respeito do trabalho realizado e também do que ainda precisa ser feito para ampliar a rede.
O III Seminário do PNMPO contou com o apoio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e foi realizado no auditório do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), em Brasília. Participaram representantes do Banco Central, Banco Interamericano de Desenvolvimento, Cooperação Andina de Fomento, Associação Nacional do Cooperativismo de Crédito da Economia Familiar e Solidária, Associação Brasileira dos Dirigentes de Entidades Gestoras e Operadoras de Crédito, Crédito Popular e Entidades Similares, Associação Brasileira da Sociedade de Crédito ao Microempreendedor, Associação Brasileiras de Entidades Financeiras de Desenvolvimento. O assessor de Microfinanças, Wanderley Silva Gomes e Sammy Gesteira Roiter, diretor financeiro, acompanharam o evento representando o Sistema ASCOOB.

Cartões Cresol