Com o objetivo de investir no desenvolvimento contínuo de sua equipe, a direção da Cresol Desenvolvimento realizou um encontro focado em engajamento e conexão humana, que contou com a condução do palestrante Sandro Libardoni.
No cenário corporativo atual, manter equipes de alta performance exige mais do que metas claras e ferramentas de ponta; exige, acima de tudo, conexão real entre as pessoas. Diante disso, as atividades motivacionais deixam de ser eventos isolados e funcionam como ferramentas estratégicas indispensáveis para o sucesso dos negócios.
Com o tema “Como Ser Profissional Sem Deixar de Ser Humano”, Libardoni utilizou uma abordagem descontraída e lúdica para mostrar o impacto de pequenas ações diárias. O palestrante enfatizou que buscar “fazer 1% a mais” todos os dias gera o impulso necessário para sair da zona de conforto. Durante a apresentação, também foram discutidas as principais características que diferenciam o comportamento de pessoas felizes e infelizes no ambiente de trabalho.
Para Sandro Libardoni, que também traz elementos de mágica em suas apresentações, o equilíbrio entre a entrega técnica e a empatia é fundamental. “É preciso existir uma conexão entre o profissional e o humano nos negócios e nas relações. Conectar a técnica, a lei e as diretrizes com um formato de relacionamento pensado no bem comum”, destacou o palestrante.
A gestora de Recursos Humanos da cooperativa, Monalisa Manica, reforçou que o foco nas pessoas é a chave para o fortalecimento da cultura interna: “Investir em palestras motivacionais é investir no maior bem que temos, que são os nossos colaboradores. Esses momentos geram reflexões e criam um senso de pertencimento que reverbera positivamente no clima organizacional e, consequentemente, nos resultados da instituição.”
O presidente da Cresol Desenvolvimento, Rudemar Casagrande, falou sobre a importância de equilibrar a busca por metas com a valorização das histórias individuais, especialmente no contexto atual do mercado. “Ter um olhar crítico em relação aos números não significa que podemos deixar de conhecer a história do nosso cooperado ou do colega que trabalha diariamente na mesa ao lado. Diante do mundo em que vivemos, é essencial que os nossos colaboradores olhem para os colegas e associados com sensibilidade humana, e não apenas de forma analítica”, finalizou Casagrande.





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